sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Petroselinum crispum - SALSINHA


Foto: www.organicaalimentos.com.br

Plantio:

A salsa (Petroselinum crispum) é uma das espécies de hortaliças que não atinge sua importância pelo volume ou valor de comercialização mas sim pela utilização comercial como condimento. A planta é produzida mais em solos areno-argilosos, com alto teor de matéria orgânica, boa fertilidade e pH entre 5,8 e 6,8.

A primeira colheita é feita entre 50 e 90 dias após a semeadura, quando as plantas atingirem cerca de 10 a 15 cm de altura (HEREDIA et al., 2003)

Histórico:

Natural da Europa, a salsa (conhecida também por salsinha, salsa-de-cheiro ou salsa-hortense) foi trazida para o Brasil no início da colonizaçao. Seu cultivo é relativamente fácil: pode ser cultivada em vasos e adapta-se muito bem a terrenos areno-argilosos, ricos em matéria orgânica, fracamente ácidos e bem drenados.

Os gregos antigos já usavam a salsinha para coroar os vencedores de jogos, para decorar canteiros e em tratamentos medicinais. Foram os romanos, os primeiros a consumí-la como alimento. Em banquetes, era oferecida aos convidados para prevenir intoxicação. Originária da Europa, é a erva mais consumida neste continente (HORTAEMCASA.COM.BR)


Propriedades medicinais:

A salsinha é rica em vitaminas A e C. Ela é ótima para aliviar dores no estômago e eliminar gases do estômago e intestino. Essa hortaliça atua nos distúrbios urinários por ser um diurético natural — que ajuda os vasos sangüíneos a eliminarem o excesso de líquido. A salsa é também anticancerígena, devido à sua alta concentração de antioxidantes. Ela deve sempre fazer parte das saladas porque atua como um desodorante interno. O suco da salsa, quando aplicado em gotas, alivia a dor de ouvido. As folhas, em cataplasmas, são antiinflamatórias. E quando usada em forma de tópicos, age como calmante das pálpebras e olhos, desodorante bucal e controlador da oleosidade da pele (BELEZAESAUDE.DAE.COM.BR)


Os antigos egípcios usavam-na como um remédio para dor de estômago e distúrbios urinários. Os romanos acreditavam que a salsa evitava intoxicaçao e, portanto, a empregava para desodorizar o ar (repleto de álcool) durante seus banquetes. No passado acreditava-se que ela era capaz de curar doenças como a malária, a peste e o envenenamento. Atualmente, ela é mais conhecida pelas suas propriedades diuréticas e carminativas (HORTAEMCASA.COM.BR).


Entre os componentes ativos, citamos sobretudo o óleo essencial (até 7% nas sementes), um glicosídeo, a apiina, etc. A raiz contém cerca de 5% do óleo essencial. Possui muito manganês e a cinza das sementes contém 0,5% de óxido de ferro. Ela contém um princípio inflamante; o contacto com suas raízes pode provocar edema no braço e inflamação na pele (RADIALDESIG.COM.BR).


Foto: www.comotudofunciona.uol.com.br

5 comentários:

Canela disse...

Olá Beto
Obrigado por partilhar esta util informação.
Bj

Magia na Cozinha disse...

Aqui em casa nunca falta. Eu uso bastante!
Bjs :)

Valeria disse...

Beto Por aqui infelizmente ainda não é comum o uso da salsinha porisso o maço ainda custa um pouco caro!!Pena...
Bjs

Tânia Saj disse...

Amo pratos que tem uma salsinha bem picadinha...me remete ao capricho, a comida feita com carinho....e sendo então tão benéfica assim (eu achava só que era rica em ferro!) - só terá mais espaços na minha cozinha!
Amei as informações, Beto!
Bjs

Anônimo disse...

EST USANDO E MEU CABELO PAROU DE CAIR,SINTO MELHORA DO ENTSTINO,SEM FALAR QUE EST ANEMICA,AGORA MELHOREI BASTANTE.TOMO O SUCO C UM POUCO DE AÇUCAR,SEM COAR 3 X AO DIA.SABOR AGRADÁVEL!!!.EXPERIMENTE!MTO BOMMMM!USE E DEPOIS ME DIGA O Q ACHOU OK????